Nas últimas décadas descobriu-se que, mesmo nos países desenvolvidos, que apresentam índice de analfabetismo zero, muitos indivíduos, ao concluírem a educação básica, são incapazes de fazer uso da leitura e escrita em práticas sociais. Já no Brasil, tendo-se democratizado o acesso à escolarização, seria de se esperar um percentual menor de analfabetos funcionais. Porém, convivemos, ainda, com elevadas taxas de exclusão ou fracasso escolar, principalmente nas redes públicas de ensino. Hoje, temos que superar dois grandes desafios: o da quantidade e o da qualidade.Neste sentido que se faz necessário que a alfabetização e letramento sejam processos indissociáveis.
Profª Rosenei Bairros de Freitas Carvalho
Formadora do Cefapro de Rondonópolis/MT.